
A partir de hoje e ao longo do fim-de-semana a poesia assentará arraiais em Silves.
Aconselho, desde já, a descarregar o programa oficial (clique).
Pode ainda inteirar-se mais aprofundadamente do que se irá passar através do blogue associado ao evento, em IV Bienal de Poesia de Silves (clique).
Agora, informado, está nas suas mãos a decisão.
Eu irei lá estar, na Biblioteca Municipal.
quinta-feira, abril 22, 2010
IV Bienal de Poesia de Silves
quarta-feira, abril 21, 2010
Quando tudo se ajusta
segunda-feira, abril 19, 2010
Que viva a viagem!
quinta-feira, abril 15, 2010
Expressividades em mundos virtuais
Uma vez mais, a Galeria LX, no mundo virtual da Second Life, abre uma nova exposição a partir das 22 horas do próximo 18 de Abril.
ling Serenity é o avatar de Melina Moreno, francesa de nascimento e artista plástica de formação académica na vida real, que aqui se expressa através de pequenas bonecas inspiradas na manga japonesa.
(Recomendo que usem o ícone que faculta uma visão em ecrã inteiro)
(Para sair basta premir a tecla Esc)
quarta-feira, abril 14, 2010
Há velhos ao Sol nos bancos dos jardins

Eu sei que nasci num país onde os velhos são deixados nos bancos dos jardins.
Sei que mal sei aparelhar as letras para uma leitura em que entenda o que está escrito no jornal.
Sei que a reforma me vai dando para comer e para um cigarrinho, mas receio uma doença e não tenha dinheiro para os remédios.
Sei que a família me vê como um estorvo e me trata como uma criança, apesar da sinceridade do amor que têm por mim.
Mas, amigo, ainda gosto de sorrir à vida de cada vez que, pela manhã, ponho os pés assentes no chão e me firmo em pé.
segunda-feira, abril 12, 2010
Ciclo Persona na Biblioteca Municipal (III sessão)

Esta terceira sessão foi dedicada a Zeca Afonso.
Paulo Pires, animador destas sessões, moderou o debate.
Irene Pimentel, investigadora de História Contemporânea e autora do livro JOSÉ AFONSO, edição do Círculo dos Leitores, na colecção Fotobiografias do Século XX, referiu-se a aspectos da vida e obra de Zeca, com a serenidade e o à-vontade de uma investigadora que sabe bem do que fala, numa proximidade muito grande junto de um público muito diversificado e com diferentes expectativas face à personalidade aqui homenageada, de certa maneira.
José Louro, conhecido homem do teatro nesta nossa região e que de perto privou com Zeca no período em que ele aqui viveu, na cidade de Faro, revelou episódios bem característicos da personalidade do homenageado, com muita graça e muito respeito por este seu amigo.
A Ricardo Martins e à sua banda, recentes finalistas da última edição do Festival da Canção, coube a responsabilidade musical.
Nada tenho a apontar em particular à execução dos temas, mas o tratamento dado às canções não faz muito o meu gosto: alguma ligeireza em temas muito fortes como em "os vampiros", toadas demasiado "adocicadas" em temas mais líricos, um ritmo de música de dança a espelhar um pouco um Zeca já institucionalizado, onde o que diz e proclama já não provoca contestação, como se todos já estivéssemos de acordo quanto à visão deste mundo que nos rodeia.
Mas Zeca provoca festa e quando há festa eu também lá estou, emprestando o meu entusiasmo.
Ficam as visões do mundo para outras tertúlias e outras sessões deste ciclo, muito provavelmente já na próxima sessão, com Vera Mantero a interpretar Caetano Veloso.



