quinta-feira, fevereiro 24, 2011

Vida adiada



(ao clicar obtém uma foto de maior dimensão)

Vida adiada.
Cais vazio, sem partida nem chegada.

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quarta-feira, fevereiro 23, 2011

KADAFI you are a KILLER



(Foto copiada do jornal "Le Monde")

Mais de trezentos mortos é um banho de sangue e não há razão nenhuma que o justifique.
Tanto se fala da pressão internacional. Vejamos para que serve.

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segunda-feira, fevereiro 21, 2011

Um poema a cada segunda-feira (XIV)




Decidi-me por uma rubrica de poesia à segunda-feira, enquanto assim se mantiver este meu ânimo.


Irei aqui colocando poemas que o critério do momento vier a ditar.





  • [era no tempo dos livros]

O poema até poderia ter sido transcrito para aqui, mas não o quis fazer.
Prefiro que seja lido na fonte, onde pela primeira vez o li.

Sigam este link (clique),  por favor.
José Carlos Barros
Casa de Cacela

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quinta-feira, fevereiro 17, 2011

A argola de ferro



A argola de ferro prende ao cais os meus sonhos de viagem.

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segunda-feira, fevereiro 14, 2011

Um poema a cada segunda-feira (XIII)




Decidi-me por uma rubrica de poesia à segunda-feira, enquanto assim se mantiver este meu ânimo.


Irei aqui colocando poemas que o critério do momento vier a ditar.





  • Vinhas,
    beijavas-me,
    dávamo-nos as mãos.
    Depois olhávamos distraídos a fresca alegria do vento
    entre as alamedas e o mar.
    Corria, muito lenta, essa brisa benfazeja.
    Trazia-te histórias de princesas e palácios,
    lendas de reinos de longe e de navios de outrora.
    Nos teus olhos e nos teus cabelos douravam-se
    as fantasias distantes e o nítido recorte das ilhas
    dormindo o horizonte.
    Dizias-me então as luas velhas e as marés,
    nessa hora em que passavam na nossa alma
    os grandes veleiros, cisnes de fogo e levante
    no tropel dos meses.
    Uma canção de marinheiros vinha, muito mansa,
    sobre as águas, visitar-nos.
    O céu jade, fugaz como um amor jovem, cavalgava
    a paz de cada fim de tarde.
    Onde, agora, esses tempos que sabemos que existiram?

Fernando Cabrita
Doze Poemas de Saudade
4 Águas Editora, Tavira 2008

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sábado, fevereiro 12, 2011

Os egípcios têm a esperança entre mãos



(A praça Tahrir, a  da Liberdade. Foto copiada de Al-Jazeera)

Os egípcios têm agora a esperança nas suas mãos e eu estou cheio de esperança no molde plural que hão-de aprender a fabricar.

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