Esta tarde estarei por aqui.
sexta-feira, março 18, 2011
quarta-feira, março 16, 2011
Ouvir o silêncio
(Com um clique sobre a imagem, obtêm-na ampliada)
Enquanto a tarde cerra as suas pálpebras, o silêncio vai invadindo a paisagem.
segunda-feira, março 14, 2011
Um poema a cada segunda-feira (XVII)
Decidi-me por uma rubrica de poesia à segunda-feira, enquanto assim se mantiver este meu ânimo.
Irei aqui colocando poemas que o critério do momento vier a ditar.
de onde a vertigem abrupta
o resvalar de raízes sedentas
rápidas
negras sombras de dedos que fogem
ao sol rendilhando-se no seu escuro
servem o desembaraço da procura
e alcançam
o hemisfério fértil
ameno húmido do interior de dentro
essas mãos loucas que perscrutam
num violar sedento
e apalpam as entranhas
já só se adivinham
no seu caminho subterrâneo
Pedro Afonso
ainda aqui este lugar
4 Águas Editora, Tavira 2008
quinta-feira, março 10, 2011
O Sol sabe pintar
(com um clique sobre a foto pode obter uma ampliação)
Em Silves, quando o Sol lança os seus últimos raios ao esconder-se por detrás dos cerros a ocidente, lampejos de tom outonal pintam a paisagem a oriente, em pleno Inverno.
quarta-feira, março 09, 2011
Tal como as andorinhas
Foram várias dezenas de autocaravanas como estas, predominantemente de holandeses e alemães, mas também de ingleses, belgas e franceses, as que aqui permaneceram ao longo do Inverno, beneficiando da temperatura amena, da verdura do parque, da proximidade do rio, da tranquilidade do lugar.
Poucas restam já.
A alguns dias do equinócio da Primavera, começaram a rumar mais para Norte, buscando nos seus ninhos o calor do lar.
segunda-feira, março 07, 2011
Um poema a cada segunda-feira (XVI)
Decidi-me por uma rubrica de poesia à segunda-feira, enquanto assim se mantiver este meu ânimo.
Irei aqui colocando poemas que o critério do momento vier a ditar.
A tua infância alastra-se em círculos
como se uma pedra rolasse pela casa.
Sabes que o lume é feito junto à cama
e que a inocência se refugia nos armários nocturnos.
A tristeza arde profunda na doçura e na compreensão
e o esquecimento inventa o medo em todas as palavras.
Fernando Esteves Pinto
Área Afectada
Temas Originais, Lda., Coimbra 2010
quinta-feira, março 03, 2011
Reflexos da Crise
Com a "crise", o ritmo de nidificação das cegonhas supera o do trabalho das gruas da construção civil.
Subscrever:
Mensagens (Atom)
