segunda-feira, setembro 24, 2007

Milreu, Monumento Nacional

No passado fim-de-semana, por ocasião das Jornadas Europeias de Património, fui "aliciado" por um convite para ouvir um grupo de câmara da Orquestra do Algarve (clique) entre as Ruínas de Milreu (clique).

Ruína da ábside do Templo de Milreu, Estoi, Setembro 2007, © António Baeta Oliveira
O tempo que se fez sentir, com bastante humidade e ameaçando chuva, se bem que não tenha impedido a visita guiada, alterou o local do concerto, transferido para a Igreja de Estoi.

O concerto perdeu, para mim, grande parte do fascínio que as ruínas lhe podiam emprestar. Esse fascínio reside na nostalgia que me assalta nestes locais relacionados com vivências de um passado remoto. Já a tal me referi num post de Fevereiro de 2005, que vos convido a visitar, e onde transcrevi um belo poema de Jorge de Sena, inspirado na peça escultórica aqui encontrada e que se identifica pelo nome de cabecinha romana de Milreu (clique)

P.S.
Ainda vos convido a visitar o local onde publiquei, além da foto que ilustra este post, várias outras que bati nesta deslocação a Milreu (clique).

4 comentários:

hfm disse...

Deram-mas a conhecer há tanto tempo e é sempre com saudade e fascínio que nelas penso. Tenho de as revisitar.

António Baeta disse...

Eu sei e há um link no post que o confirma.
Um beijo, minha amiga.

susecris disse...

O ano passado, por ocasião das mesmas Jornadas, pude assistir a um belo concerto ao fim da tarde aí mesmo nesse local. E foi fantástico!...
Acredito que na Igreja não tenha a mesma magia, não só pelo espaço, como também pela envolvencia provocada pelo entardecer.

António Baeta disse...

Assim foi, minha amiga.