terça-feira, maio 17, 2005

Nem tudo são flores e odores

Conversávamos entre amigos e referíamos, sem discordância, que Silves parecia querer mudar por finais da década de 90, mas que apresentava de novo sinais de um total marasmo; de ausência de um projecto de desenvolvimento económico e social e de uma estratégia para o aplicar. Dizíamos que a sociedade civil agonizava e a autarquia chamava a si todas as iniciativas, abafando, em vez de incentivar e promover, tudo o que parece mexer-se nas redondezas.

Nem tudo são flores e odores. Ainda por estes dias a Manuela, de Dias com Árvores, numa publicação em Naturlink, lá mesmo no fim do artigo, perguntava se já floriam os jacarandás do Castelo de Silves.

Castelo de Silves, Outono 2004, © António Baeta Oliveira
Olha, Manuela! O castelo parece em obras, mas depois do derrube das árvores e nesta desolação, as obras estão paradas e os jacarandás...

P.S.
Apesar do benfiquismo exaltado em post do passado domingo, em tom de proclamação pontifical, não posso deixar de me congratular, não pela vitória de tal Benfica, mas antes pela passagem de vinte e quatro meses de escrita bloguítica, das melhores que se fazem em Portugal. Um abraço ao Almocreve das Petas.

1 comentário:

manueladlramos disse...

Que pena! Mas aquilo era um verdadeiro jardim! A última vez que subi ao castelo fiquei admirada com a quantidade de árvores que lá havia: tílias, pimenteiras, jacarandás, loendros... Então o que vao fazer?