sexta-feira, março 10, 2006

"Food Force" é mais do que um jogo

À atenção de pais e educadores.

A WFP (World Food Programme), uma organização das Nações Unidas na luta contra a fome no mundo, concebeu um jogo de vídeo em que o utilizador passa a integrar uma equipa de intervenção, numa determinada zona do globo afectada pela seca e pela guerra civil.
Compete à equipa fazer chegar às populações o indispensável apoio alimentar, em plena situação de crise, e trabalhar na aplicação de programas que visam o desenvolvimento sustentado da região.
O jogo, com os atractivos de uma missão perigosa, com a necessária dosagem de aventura, conta já com mais de três milhões de utilizadores em todo o mundo.
O site, da responsabilidade da própria WFP, PAM (Programa Alimentar Mundial), em português, dá sugestões de apoio pedagógico a professores sobre a forma como utilizar o jogo em situação escolar, alertando para o problema da fome no mundo, fomentando o despertar do espírito de voluntariado e de solidariedade para com os que são vítimas do flagelo da fome.

Saiba mais, clicando em:

Food Force

14 comentários:

Asulado disse...

Estas iniciativas são sempre de louvar.
Em vez de se perder tempo a criticar a alienação provocada por alguns produtos tecnológicos, há que saber aproveitá-los para fins educativos.

António Baeta disse...

Ora aí está a minha intenção ao divulgar a iniciativa. Fala nela aos jovens que conheces.
Um abraço, João.

Joana disse...

Eu acho que o jogo inicialmente era para se chamar Missao Impossivel...

António Baeta disse...

A "impossibilidade", Joana, reside no nosso modelo de desenvolvimento e no nosso confortozinho pessoal, de que não abdicaríamos por dá-cá-aquela-palha, mas, entretanto, a fome existe e há que combatê-la.

≈♥ Nadir ♥≈ disse...

Bjs e bom fim de semana

Henrique da Silva disse...

É bom existir pessoas que se preocupam e não passam o tempo todo a fazer piqueniques de família, a enfardar e a beber como se não existisse o amanhã. Ainda bem que há pessoas no mundo que se preocupam... Abraços do primo do Norte ;)

Joana disse...

A "impossibilidade", Joana, reside no nosso modelo de desenvolvimento e no nosso confortozinho pessoal, de que não abdicaríamos por dá-cá-aquela-palha, mas, entretanto, a fome existe e há que combatê-la.

nisso estamos de acordo, o meu comentario era uma constatacao de uma realidade que acho muito triste.
E infelizmente ate acho que o problema e mais vasto e nao passa so pelo primeiro mundo nao estar disposto a abdicar das materias primas, recursos e mao de obra a precos irrisorios que o terceiro mundo fornece,passa tambem por uma serie de problemas politicos e sociais do terceiro.Mas isso seria uma assunto que daria para encher 200 ou 300 caixas de comentarios...
Estou sinceramente convencida que se a riqueza fosse justamente distribuida nos cidadaos da classe media europeia nao notariamos um decrescimo de qualidade de vida assim tao grande, e que esse decrescimo seria um preco irrisorio a pagar por um mundo mais justo e pacifico.

e disse...

...

António Baeta disse...

Henrique

É um prazer ver-te por aqui.
Um abraço.

António Baeta disse...

Joana

Estou certo de que, na sequência da nossa troca de comentários, muitos dos nossos leitores terão ficado mais esclarecidos.

Um abraço.

TMara disse...

ora k belo uso para estas tecnologias e para o gosto da juventude pelos vídeo-jogos. Bom domingo. Bjs e ;)

António Baeta disse...

TMara
Obrigado pela visita e pela revelação desse belo texto de Rebordão Navarro, quando percorri a tua rota.

RS disse...

Apesar dos esforços de muitos...
Wars never end. Not really.

Estás convidado.
Há coisas que não devemos esquecer.
Nem deixar que esqueçam.

Um abraço,
RS

António Baeta disse...

Estava precisamente a ver o vídeo quando recebi, por email, a informação de que aqui tinhas deixado um comentário.
Nem preciso de convite. Eu visito e leio A Sombra todos os dias.
Um abraço.