segunda-feira, março 26, 2007

Tentando dar o seu melhor

Chaminé, em Cacela, Setembro de 2006, © António Baeta Oliveira


  • Mesmo quando as nuvens querem esconder o Sol e impedir as suas melhores promessas de Primavera, notem como a cal, nos muros, nos beirais, nas chaminés, insiste em dar vida aos parcos raios de luz que a ela chegam.


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Recordando uma antiga fotografia comentada - Ainda a Memória (clique) - aqui publicada em 6 de Novembro de 2003.

4 comentários:

hfm disse...

Um abraco florentino.

db disse...

Sul

Sacode-se a terra no mar
Na fina poeira do nosso encantamento
Um súbito sopro cardeal
Entre a mansidão da cor inflamada.

É quente, a noite,
Enche-se a Lua nas sombras,
Mergulhado o sono
Em prantos dispersos de cigarras.

Daniel Costa-Lourenço
in http://strawsea.blogspot.com




(...)imagina-nos
na aragem cuja face se distende
ao sol que lentamente se afunda.(...)

Ibn Sara in “o meu coração é árabe” de Adalberto Alves

António Baeta disse...

Um abraço silvense, Helena.

António Baeta disse...

db, o excerto do poema de Ibn Sara, que transcreveu, já aqui tinha lugar.
Veja, clicando em A face insondável do céu.
Um abraço.