quarta-feira, março 28, 2007

Julião Quintinha, de Silves

Fui, há dois dias atrás, agradavelmente surpreendido por uma ligação electrónica que o blog Ilustração Portuguesa estabeleceu a um meu antigo post sobre um ilustre cidadão silvense...

© Ilustração Portuguesa
Julião Quintinha

Se clicar na fotografia acederá precisamente à página que evoca a figura do nosso ilustre cidadão. Se clicar no seu nome, sob a fotografia, acederá directamente à página do meu blog a que se faz referência.

Sobre Julião Quintinha junto dois links:
          - O Movimento Neo-Realista em Portugal, um texto de Alexandre Pinheiro Torres, que referencia Julião Quintinha, na pág. 27;
          - Resumo Bibliográfico de 50 anos de Literatura Portuguesa(1936-1986), de Luís Amaro, que referencia o óbito do nosso concidadão, em 1968, na pág. 19.

Quero ainda dizer-vos do autêntico serviço público que o Ilustração Portuguesa vem desenvolvendo nas suas páginas, tanto pelo trabalho de digitalização, como pelo de divulgação destas revistas do passado, que são lugares da nossa memória colectiva.
O meu agradecimento à Mariana, responsável por este trabalho, e o meu link para o seu blog, na coluna da esquerda, entre os «Blogs ... de leitura sincopada».

Nota:
Não deixe de ler o conto de Julião Quintinha - O Pató - com link nesse meu post de 22 de Novembro de 2004 e documentar-se melhor sobre a outra personalidade silvense aí relembrada - Bernardo Marques.

2 comentários:

Mariana disse...

Muito obrigada, António! A minha esperança é sempre que outras pessoas que também tenham em casa revistas antigas ou até quem sabe cartas ou documentos históricos interessantes sigam o meu exemplo e os divulguem. Afinal de contas se eu o consigo fazer qualquer um consegue! Também espero que outros se sintam inspirados pelo teu blogue a divulgarem a sua terra. Acredita que assim, só a "folhear" blogues já aprendi mais sobre o meu país do que na televisão.

Obrigada mais uma vez!

António Baeta disse...

Quem me dera voltar a ler as histórias do Cavaleiro Andante, que me prenderam à leitura para toda a vida!
Um abraço e obrigado, Mariana!